sexta-feira, 23 de julho de 2010

Empresários já percebem a importância da Educação Financeira em suas empresas e SIPATs

Planejamento Financeiro
Empresários já percebem a importância da Educação Financeira em suas empresas e SIPATs
Rogério Nakata* 21/07/2010


Os empresários já percebem as mudanças positivas no comportamento de seus colaboradores quando estes passam a tomar novas atitudes e criam hábitos saudáveis com relação ao uso do dinheiro e administram melhor seus recursos financeiros.  Pelo menos é esse o feedback que temos das palestras e cursos sobre o tema Educação Financeira e a Importância do Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar que fazemos junto às empresas que atendemos e constatamos algumas estatísticas importantes como:
  • 74% das famílias não poupam se quer R$1,00 por mês daquilo que ganham;
  • De cada 10 pessoas com dívidas 7 são por uso sem controle do dinheiro de plástico conhecido como cartão de crédito;
  • 21,5% dos consumidores, atualmente inadimplentes, são por falta de pagamento de seus carnês realizados juntos as grandes redes lojistas;
  • O resultado de dívidas para pagar dos financiamentos de automóveis, segundo a PEIC (Programa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor - realizado pela Confederação do Comércio) é de 28,5% para aqueles que ganham acima de 10 salários mínimos;
  • Aproximadamente 8 de cada 10 brasileiros possuem dívidas no cheque especial;
  • Duas de cada 3 famílias brasileiras gasta mais do que aquilo que ganha.

Com tudo isso, as empresas passam a ver a Educação Financeira e o Planejamento Financeiro como investimentos com retorno garantido ao fornecê-los a seus colaboradores que passarão a assumir o controle sobre suas finanças pessoais dando maior foco e concentração em suas atividades, além de passarem a valorizar aquilo que ganham aprendendo a fazer mais com menos, diminuindo seu nível de endividamento a percentuais satisfatórios, evitando com isso, um grande comprometimento de seu orçamento. Tornam-se também, mais conscientes com os recursos da própria empresa e pensam de forma mais sustentável agora, não mais, somente, pelo lado ecologicamente correto, mas também financeiramente rentável já que tudo o que pode ser economizado pode ter outro destino que são os investimentos.

Para as SIPATs (Semanas Interna de Prevenção de Acidentes) surgiu a oportunidade para falar do tema Educação Financeira como mais uma ferramenta para evitar os riscos de acidentes por desatenção às atividades produtivas de uma empresa onde salas, auditórios, refeitórios sempre estão lotados para aprenderem um pouco mais sobre o assunto. É muito comum quando se fala da parte do corpo do ser humano que mais dói quando é mexida que é o nosso bolso, TODOS, sem exceção, quererem aprender um pouco mais sobre como cuidar melhor do seu rico dinheirinho, a como sair das dívidas, se vale à pena financiar ou comprar a vista, se adquiro a casa própria antes de ter o dinheiro próprio, o que ocorre em nossa microeconomia quando se aumenta constantemente as taxas Selics pelo Banco Central e principalmente o que nós temos a ver com tudo isso.

Portanto, falar de Educação Financeira ajuda aos colaboradores a entenderem de maneira didática e descontraída a importância de administrarem seus recursos financeiros fazendo com que eles aprendam a controlarem a ansiedade pelo consumo desenfreado passando a terem seu próprio dinheiro (criar uma poupança) para comprarem aquilo que precisam ao invés, de adquirirem seus bens com o dinheiro dos outros financiando as grandes instituições financeiras ou agiotas com o pagamento de altos juros.  Além disso, o assunto deixa de ser um tema sem importância ou fora do budget para contratação por parte das empresas, mas uma oportunidade de aumentar os lucros das mesmas levando mais Qualidade de Vida a seus funcionários e suas famílias dando-lhes a responsabilidade por se tornarem donos de seus destinos financeiros aumentando seus desempenhos no ambiente de trabalho.
 
*Rogério Nakata é Planejador Financeiro Pessoal e Familiar, Analista Independente de Necessidades e Soluções Financeiras, Consultor Financeiro e Palestrante de Grandes Organizações.



Atenção

Para divulgar este artigo mencione a autoria da seguinte forma:

Planejador Financeiro Rogério Nakata




Serviços de Planejamento Financeiro
Planejamento Financeiro  Pessoal e Familiar 

O Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar tem como objetivo auxiliar a criar uma estratégia precisa para acumulação de bens e valores que irão formar o patrimônio de uma pessoa ou de uma família ajudando-as a arquitetar um Projeto de Vida para a conquista de etapas importantes da vida como acumular recursos para a faculdade dos filhos, para a compra de imóveis, para a tão sonhada aposentadoria, para iniciar um negócios próprio ou proteger sua família contra eventualidades.

Palestra sobre Educação Financeira
Educação Financeira que ajuda o salário render

Nesta palestra, aprendemos por qual motivo a conta bancária “sorri apenas um dia por mês”; a reconhecer as fases da vida financeira e as suas necessidades mais importantes e a importância de colocar o dinheiro para trabalhar por você e para você; como funcionam os juros compostos; a identificar os gastos imperceptíveis e a controlar melhor o orçamento doméstico fazendo sobrar um pouco mais de dinheiro no final do mês; como se livrar das dívidas e como se preparar para construir uma aposentadoria mais tranqüila em busca de Segurança e Independência Financeira.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Falta de aviso não foi por parte dos Planejadores Financeiros e Economistas

PLANEJAMENTO FINANCEIRO
Falta de aviso não foi por parte dos
Planejadores Financeiros e Economistas
Rogério Nakata* - 10/07/2010




O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor mostrou uma subida em Junho de 2010 de 5,2% comparado a Junho do ano passado, movimento esse que se acentuou a partir de Maio, sobretudo por conta do Dia das Mães, do Dia dos Namorados e da Copa do Mundo de futebol que foram os fatores que influenciaram a alta da inadimplência. O consumo para aproveitar a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre automóveis, eletrodomésticos da linha branca (fogões, geladeiras, lavadoras e tanquinhos) e móveis também impactou no aumento das dívidas e na maior dificuldade de quitá-las.

Muitos economistas e planejadores financeiros já alertavam desde o segundo semestre de 2009 que apesar dos sinais de tendência do fim da “marolinha” financeira e com a ascensão de quase 30,2 milhões de pessoas da classe D/E para a C que o endividamento por consumo iria consecutivamente aumentar, pois, sem o devido acompanhamento e orientação, sem interesses, das instituições financeiras em pouco tempo os problemas financeiros dessa classe irão aflorar e se agravar rapidamente, sendo que isso pode ser ainda a ponta de um imenso iceberg. Tudo isso porque com 3 cartões de crédito na mão e crédito farto disponível na praça é irresistível não se endividar já que a dor do parto só será percebida com a chegada das faturas e dos boletos bancários no mês seguinte.

Existem duas formas distintas para o ser humano sair de sua zona de conforto onde a primeira é a busca do prazer ou a segunda que é a fuga da dor. Por incrível ou mais absurdo que possa parecer é exatamente essa a segunda razão pela qual motiva as pessoas a mudarem ou buscarem salvação, pois só lembra-se que um seguro de vida é importante quando um incidente ocorre com um cônjuge ou um parente próximo, quando não se tem um plano de saúde e tem-se que recorrer a uma fila interminável para atendimento no SUS, quando se bate um automóvel e lembra-se de que o mesmo está sem proteção ou quando se endivida além de suas possibilidades e percebe-se como seria importante ter cuidado melhor do dinheiro e parado alguns minutos para elaborar um bom planejamento financeiro. Infelizmente é muito comum, em muitas ocasiões que pude presenciar, de pessoas que mesmo com dívidas no cheque especial, nos 5 cartões de crédito, nos 6 empréstimos consignados e créditos imediatos ainda acharem que o gerente de suas contas bancárias são seus amigos e que por isso deveriam continuar com seus relacionamentos mesmo pagando muito caro por isso deixando muitas vezes horas de trabalho árduo para custear os juros abusivos cobrados pelas instituições financeiras além de sacrificar a Qualidade de Vida da própria família.

Falta de informação não é razão para se endividar, no entanto, falta de atitudes e maus hábitos para com suas finanças pessoais podem como vem se mostrando a cada mês com o nível de endividamento crescente, que muitos imóveis comprados a perder de vista, na euforia do boom imobiliário, podem ser devolvidos nos próximos anos, que aquele sonhado automóvel financiado parado em sua garagem também e que um dia você poderá fazer parte dessa desagradável estatística de pessoas que não conseguem honrar com seus compromissos financeiros e que estará com o nome sujo nas instituições de proteção ao crédito.

Para não fazer parte desses números nada agradáveis deve-se avaliar o comportamento compulsivo por bens de consumo, se há realmente a necessidade de trocar de celular a cada seis meses, se houve a necessidade de trocar o televisor imaginando que seríamos hexa campeões mundiais de futebol nessa Copa, trocar de carro todo ano, comprar mais um sapato para somar aos 50 pares já comprados anteriormente ou viver um padrão maior do que aquele que caiba em seu bolso simplesmente para impressionar outras pessoas, levando consigo filhos que mal educados financeiramente não valorizarão aquilo que tem e aquilo que você ganha.


*Rogério Nakata é Planejador Financeiro Pessoal e Familiar, Analista Independente de Necessidades e Soluções Financeiras, Consultor Financeiro e Palestrante de Grandes Organizações.



Atenção

Para divulgar este artigo mencione a autoria da seguinte forma:

Planejador Financeiro Rogério Nakata




Serviços de Planejamento Financeiro
Planejamento Financeiro  Pessoal e Familiar 

O Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar tem como objetivo auxiliar a criar uma estratégia precisa para acumulação de bens e valores que irão formar o patrimônio de uma pessoa ou de uma família ajudando-as a arquitetar um Projeto de Vida para a conquista de etapas importantes da vida como acumular recursos para a faculdade dos filhos, para a compra de imóveis, 
para a tão sonhada aposentadoria, para iniciar um negócio próprio ou proteger sua família contra eventualidades.

Palestra sobre Educação Financeira
Educação Financeira que ajuda o salário render

Nesta palestra, aprendemos por qual motivo a conta bancária “sorri apenas um dia por mês”; a reconhecer as fases da vida financeira e as suas necessidades mais importantes e a importância de colocar o dinheiro para trabalhar por você e para você; como funcionam os juros compostos; a identificar os gastos imperceptíveis e a controlar melhor o orçamento doméstico fazendo sobrar um pouco mais de dinheiro no final do mês; como se livrar das dívidas e como se preparar para construir uma aposentadoria mais tranqüila em busca de Segurança e Independência Financeira.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Planejamento Financeiro - Suas Finanças Pessoais, perspectivas para 2011 após a Copa

Planejamento Financeiro
Suas Finanças Pessoais, perspectivas para 2011 após a Copa

Victor Hohl* 07/07/2010
Como planejar sua vida financeira para o futuro próximo. Hoje vamos tratar dos possíveis cenários macroeconômicos que poderão afetar a vida financeira nos anos vindouros.

Inicio a escrever o artigo antes do jogo Brasil x Holanda, incerteza total, quem será o vencedor? Tenho em mãos o relatório de inflação de junho 2010, Volume 12 Número 2 e as notas para a imprensa do setor externo de 22.6.2010, da política monetária e operações de crédito do sistema financeiro de 23.6.2010 e da política fiscal de 29.6.2010, todos editados pelo Banco Central do Brasil.

Inicia-se o jogo. O Brasil marca o primeiro gol, euforia geral a semelhança da economia em 2010. Estimativa do crescimento do PIB, superior a 7 % a.a; desemprego em declínio, setor de construção civil a todo vapor, preços dos imóveis em disparada, reservas internacionais de US $ 250 bilhões, expansão do crédito atingindo 45 % do PIB, a nota do risco Brasil sendo elevado para BBB +, o real valorizado em relação a outras moedas fortes enfim tudo caminhando muito bem.
A Holanda marca seu primeiro gol, a tensão da torcida se eleva. Dunga coloca a mão na cabeça. Será que o sonho do hexa será enterrado?  Da mesma forma como o jogo se desenrola, vejo o cenário para a economia brasileira em 2011 e vindouros. Na política como no futebol incerteza geral. Quem será o presidente da república ou o técnico da seleção que conduzirão o destino do País ou do time rumo à Copa de 2014?

A Holanda marca seu 2˚ gol, para desespero da torcida brasileira.

Folhando os relatórios sobre a economia emitidos pelo BACEN, vejo nuvens negras se aproximando para os próximos anos na economia e que podem comprometer a vida financeira das famílias brasileiras.

As economias dos países desenvolvidos não conseguem mais contribuir para o crescimento mundial. Nos USA, pós crise do sub prime de 2007, verifica-se que a recuperação em vez de se assemelhar a um “V”, infelizmente se aproxima de um “W”, cuja última perna ainda esta bem distante de ser vislumbrada. A Europa, mergulhada na pior crise financeira em décadas, após os sinais sinistros emanados pela economia Grega levará muitos anos para se recuperar e a economia chinesa começa a dar sinais de esgotamento em sua fase de mega crescimento iniciando-se uma fase mais moderada.

O que se espera para o Brasil, e o que pode afetar suas finanças pessoais? É muito importante para elaborar um planejamento financeiro, prestar atenção aos cenários macroeconômicos.  Vamos lá, alem das incertezas políticas soma-se um esgotamento da capacidade de crescimento auto sustentado do PIB já no 1º semestre de 2010, por falta de investimentos e da capacidade produtiva de suprir a demanda crescente. Conseqüência inflação saindo do centro da meta de 4,5 % a.a., obrigando o Banco Central a pisar no freio da economia, elevando a taxa básica de juros (SELIC), por duas vezes em 0,75 pontos percentuais, subindo-a para 10,25 a.a. e não parando por ai, seguindo rumo aos 12 % a.a. sendo que a taxa esteve um dia em seu nível mais baixo histórico que foi de 8,75 % a.a.

As contas externas estão se deteriorando velozmente. O saldo na balança comercial em declínio (as importações estão crescendo mais do que as exportações). O déficit na conta de serviços de eleva a cada período, principalmente na conta turismo internacional. Como conseqüência o déficit em conta corrente pode chegar este ano a US $ 50 bilhões o maior desde o início do plano real há 16 anos. Apesar das elevadas reservas internacionais de US $ 250 bilhões, verifica-se a perda do valor, com a desvalorização do dólar frente às demais moedas.

O pujante crescimento da economia brasileira em 2010 deve-se principalmente aos estímulos fiscais, com a redução do IPI para automóveis e eletrodomésticos e a expansão do volume e prazo do crédito a disposição dos consumidores de 27 % para 45 % do PIB nos últimos anos. Deve-se ressaltar que o problema, no caso do planejamento financeiro do brasileiro, não está no montante do crédito, que ainda é pequeno, se comparado com os demais países, mas na elevada taxa de juros cobrados nos empréstimos concedidos.

O crédito ao consumidor, com elevadas taxas de juros, principalmente o consignado e para aquisição de imóveis e automóveis contribuíram para o excessivo endividamento dos assalariados, comprometendo a renda futura da classe. Após o período do crédito farto, chegou a hora de pagar a conta pelas decisões financeiras antecipadas. Cerca de 80 % da classe média chegou ao limite de sua capacidade de endividamento financeiro, com o comprometimento da renda disponível para futuras aquisições. Ressalta-se ainda que com elevação da taxa Selic, fica cada vez mais difícil rolar a dívida, podendo-se prever a elevação do nível de inadimplência, atualmente ainda em declínio. Muitos vão ter dificuldade em saldar os compromissos financeiros assumidos com a aquisição dos automóveis e imóveis comprados com prazos, a perder de vista, pelo regime de “alienação fiduciária”. Este fato, portanto, permite-nos prever a queda do preço de imóveis e automóveis usados em um futuro próximo.

Na política fiscal, o governo foi bastante generoso, concedendo aumento ao funcionalismo público e aos aposentados, não que eles não mereçam, mas o orçamento não suporta, resultando na redução do superávit primário tão necessário para contribuir com a redução do endividamento público. O déficit nominal (quando se agrega os elevados juros pagos para rolar a dívida mobiliária, fora do Banco Central que já se aproxima de R$ 1 trilhão e 500 bilhões, ou seja, 44,1 % do PIB) se eleva diariamente. Mais uma vez, a questão aqui não é o montante do endividamento público brasileiro, que ainda é pequeno se comparado com outros países, mas o seu elevado custo de rolagem, que se aproxima dos R$ 200 bilhões ao ano se a taxa básica Selic for elevada para 12 % a.a.

O preço das ações cotadas em bolsa de valores, após a elevada valorização compreendida entre meados de 2002 e maio de 2008, quando o índice Bovespa atingiu seu nível máximo de 73.516 pontos (valorização de 819 % nestes 6 anos, ou seja, uma valorização média de 44 % anuais) dificilmente poderá se repetir no futuro.  Após ter atingido o topo em maio de 2008 houve uma acentuada queda no preço das ações, por ocasião da crise imobiliária americana, e o índice Bovespa retornou ao nível de 30.000 pontos em outubro do mesmo ano. As perdas foram quase totalmente recuperadas quando em janeiro de 2010 o índice retornou ao nível de 70.000 pontos. No período compreendido entre agosto de 2009 e atualmente, o índice oscila com grande volatilidade entre os 60.000 e 70.000 pontos. No mercado acionário, este comportamento, é definido pelos analistas como um período de indefinição na tendência futura dos preços (o mercado esta andando de lado no jargão do mercado). Alguns analistas técnicos (grafistas) são de opinião que a partir de agora se deve seguir um novo período de baixa no preço das ações.

O jogo termina em 2 a 1 para Holanda. O sonho acabou. Retornamos a realidade do dia a dia. Apesar do cenário sombrio descrito acima, no caso brasileiro temos boas notícias. O Brasil comparativamente as demais nações do mundo desenvolvido está relativamente bem financeiramente. Nossa moeda, o real, é uma da mais valorizadas. A nosso taxa de crescimento do PIB apesar de declinar nos próximos anos, ainda será mais elevada, se comparada com os demais países. O Brasil vai atrair muitos investimentos no setor de exploração de petróleo e minerais, na agricultura, em infra-estrutura visando preparar o país para a Copa de 2014 e as olimpíadas de 2016. Estes investimentos vão gerar muitos empregos na construção civil na agricultura e consequentemente na indústria de materiais de construção e insumos agrícolas.   

*Victor Hohl é Contabilista e Economista, Analista de Valores Mobiliários, Professor da Faculdade Michelangelo, Conselheiro da CORECON/DF, Orientador do INI, Escritor de livros infantis de Educação Financeira e integra a Equipe da empresa Economia Comportamental.


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Vitor Hohl




Serviços de Planejamento Financeiro
Planejamento Financeiro  Pessoal e Familiar 

O Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar tem como objetivo auxiliar a criar uma estratégia precisa para acumulação de bens e valores que irão formar o patrimônio de uma pessoa ou de uma família ajudando-as a arquitetar um Projeto de Vida para a conquista de etapas importantes da vida como acumular recursos para a faculdade dos filhos, para a compra de imóveis, 
para a tão sonhada aposentadoria, para iniciar um negócio próprio ou proteger sua família contra eventualidades.

Palestra sobre Educação Financeira
Educação Financeira que ajuda o salário render

Nesta palestra, aprendemos por qual motivo a conta bancária “sorri apenas um dia por mês”; a reconhecer as fases da vida financeira e as suas necessidades mais importantes e a importância de colocar o dinheiro para trabalhar por você e para você; como funcionam os juros compostos; a identificar os gastos imperceptíveis e a controlar melhor o orçamento doméstico fazendo sobrar um pouco mais de dinheiro no final do mês; como se livrar das dívidas e como se preparar para construir uma aposentadoria mais tranqüila em busca de Segurança e Independência Financeira.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Seguro de Vida - A base do Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar

Seguro de Vida
A base do Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar 
 Rogério Nakata 30/06/2010
Quando falamos sobre a importância do Seguro Vida muitos de nós não queremos nem pensar no assunto por se tratar de um tema desconfortável, ou por achar que alguma coisa nunca irá nos acontecer. No entanto, duas certezas podemos ter em nossa vida: a primeira é de que pagaremos impostos e a segunda de que um dia partiremos desse mundo, correto?

Bem, se ainda isso não é suficiente para fazê-lo pensar a respeito vamos elencar alguns dos benefícios sobre a importância do Seguro de Vida no Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar:
  • A primeira delas e que muitos não sabem: o Seguro de Vida é a base do Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar e, como não construímos uma residência pelo telhado, precisamos de uma estrutura para que a mesma possa ser erguida. Uma forma de termos uma vida financeira sólida começa na escolha de um adequado seguro para a proteção de nossa família;
  • O Seguro de Vida é fundamental, pois até você acumular os recursos que necessita para a sua aposentadoria é necessário que tenha algo que lhe garanta o hoje caso algo lhe aconteça;
  • Mitos descabidos como: deixar dinheiro para o “Ricardão” ou frases como: “eles que se resolvam após minha partida”; estão longe de serem atitudes responsáveis de pessoas que, as vezes, esquecem de que outras nem pediram para vir para esse mundo, mas que estão aqui por alguma razão;
  • Muitas pessoas valorizam mais seus bens materiais investindo alguns milhares de reais para o seguro de seu automóvel e deixam de proteger o bem mais precioso que está dentro do carro que é a própria pessoa e sua família achando ainda um absurdo pagar algumas dezenas de reais em algo que elas dizem: “não será utilizado!”.
Reflita e questione-se: Caso lhe aconteça algo amanhã como seria a vida financeira das pessoas que tanto ama e que dependiam única e exclusivamente de sua fonte de renda? Será que as mesmas viveriam dependentes da ajuda de parentes e amigos ou de caridade? Será que teriam que voltar ao mercado de trabalho para poder manter suas necessidades financeiras básicas ou assumir um negócio próprio que mal conhecem?

O Seguro de Vida é lembrado somente quando a pessoa ou a família precisa do mesmo, mas como assim a pessoa? Sim, a pessoa pode usufruir do mesmo em vida, pois no caso de uma invalidez por acidente ou doença em que o indivíduo não falece, mas está incapacitado para desenvolver suas atividades profissionais que lhe proporcionavam renda ele também pode contar com esse serviço financeiro, além de outros benefícios adicionais como a Assistência Viagem que cobre, por exemplo: situações de assistência médica, odontológica e até farmacêutica no exterior em viagem ou remoções inter-hospitalares, hospedagem de acompanhantes em caso de acompanhamento do beneficiário, dentre outras vantagens oferecidas como complemento do seguro.

O que muitos não percebem é que além de ser uma forma de garantir o hoje, o seguro de vida é também uma poupança antecipada e que no futuro essa relação de dependência pelo mesmo pode ser substituída através de um bom plano de investimento que lhe garanta renda para atender suas necessidades financeiras e cujo seus compromissos financeiros já não são tão grandes como eram em sua fase ativa onde tinha cônjuge e filhos pequenos que necessitavam de alimentação, educação, saúde e vestuário somando-se a isso os financiamentos a serem pagos como os da residência ou do carro, ou seja, com os descendentes encaminhados e as contas mais pesadas quitadas a necessidade de recursos será somente para a manutenção do patrimônio adquirido ao longo de décadas de trabalho.

Portanto, essa historia de valorizarmos somente o patrimônio material e negligenciarmos nós mesmos; em dias em que se está cada vez mais difícil conseguir renda para suprir nossas necessidades... é coisa do passado! Se não cuidarmos de nós mesmos quem cuidará? Pergunte-se: “junto com meu Deus e minha família, quem é a pessoa mais importante desse mundo?” Se a resposta for: eu mesmo! Então vale a pena proteger esse bem tão precioso!   

*Rogério Nakata é Planejador Financeiro Pessoal e Familiar, Analista Independente de Necessidades e Soluções Financeiras, Consultor Financeiro e Palestrante de Grandes Organizações.

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Rogério Nakata
Planejador Financeiro Pessoal e Familiar





Serviços de Planejamento Financeiro
Planejamento Financeiro  Pessoal e Familiar 

O Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar tem como objetivo auxiliar a criar uma estratégia precisa para acumulação de bens e valores que irão formar o patrimônio de uma pessoa ou de uma família ajudando-as a arquitetar um Projeto de Vida para a conquista de etapas importantes da vida como acumular recursos para a faculdade dos filhos, para a compra de imóveis, 
para a tão sonhada aposentadoria, para iniciar um negócio próprio ou proteger sua família contra eventualidades.

Palestra sobre Educação Financeira
Educação Financeira que ajuda o salário render

Nesta palestra, aprendemos por qual motivo a conta bancária “sorri apenas um dia por mês”; a reconhecer as fases da vida financeira e as suas necessidades mais importantes e a importância de colocar o dinheiro para trabalhar por você e para você; como funcionam os juros compostos; a identificar os gastos imperceptíveis e a controlar melhor o orçamento doméstico fazendo sobrar um pouco mais de dinheiro no final do mês; como se livrar das dívidas e como se preparar para construir uma aposentadoria mais tranqüila em busca de Segurança e Independência Financeira.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Ainda não ganhamos a Copa do Mundo de 2010, mas já somos quase CAMPEÕES MUNDIAIS nas taxas de juros!

Ainda não ganhamos a Copa do Mundo de 2010, mas já somos quase CAMPEÕES MUNDIAIS nas taxas de juros!

Rogério Nakata 22/06/2010
A Copa do Mundo está aí, estamos na expectativa de mais uma vez trazer o caneco pra casa e nos tornarmos Hexa Campeões Mundiais de Futebol, mas apesar de aproximadamente 3 bilhões de telespectadores estarem ligados no maior evento esportivo da atualidade a economia não pára, mesmo quando somos dispensados mais cedo de nossas atividades profissionais para assistirmos a seleção do Dunga.  Então, quando se noticia nos intervalos de uma partida para a outra que a taxa SELIC teve um aumento de 0,75 pontos percentuais muitos se perguntam o que tenho a ver com isso? . Na realidade tudo, pois a SELIC (taxa básica de juros) faz parte de um conjunto macroeconômico que por conseqüência afeta nossa microeconomia que corresponde ao dinheiro do nosso dia a dia e de nosso bolso. Ela, dentro desse sistema, nada mais é que a tão falada taxa básica de juros revista a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (COPOM) e que serve de referência para a remuneração dos fundos de renda fixa e também para os ajustes dos empréstimos fornecidos ao mercado como o cheque especial, financiamentos, empréstimos pessoais e daqueles descontados diretamente da folha de pagamento do empregado conhecidos como consignados. Para tanto, é bom lembrar que as pessoas que fazem questão de usar compulsivamente seu cheque especial, empréstimos pessoais ou financiamentos a perder de vista devem ter muita cautela em continuar usufruindo desses serviços financeiros, pois, a cada anúncio de aumento da SELIC esses serão repassados nessas cobranças destes instrumentos de crédito financeiro a cerca de 0,15 pontos percentuais para o consumidor. Nunca é tarde dizer que por sermos quase que campeões mundiais no quesito taxa de juros, conforme tabela abaixo, somos o país também que possui um dos créditos mais caros e curtos do mundo por isso considerados de alto risco, portanto um bom planejamento financeiro é vital para não se cair em uma armadilha que pode se transformar em uma bola de neve empurrada ladeira abaixo.
Só para termos uma idéia a taxa de juros real, e ai sim nesse critério somos campeões mundiais, atualmente é de 5,75% ao ano que nada mais é que a diferença entre a taxa nominal de 10,25% a.a. (SELIC atual) menos a meta de inflação do governo de 4,5% a.a. (IPCA), ficando assim a frente de Indonésia (3%)  e da China (2,8%). Além de pagarmos mais caro ao tomarmos crédito ela também desestimula o crescimento econômico por parte do empresariado que acaba tendo como concorrentes os produtos e serviços de outros países, como por exemplo, a própria China devido ao real estar mais valorizado precisando de menos dólares para comprar o mesmo produto estrangeiro. O lado positivo disso tudo é que com o aumento da concorrência os produtos tendem a ficar mais baratos suprindo a capacidade produtiva que o país ainda não tem para atender a demanda crescente interna e com isso diminuindo os níveis de inflação.

Veja o quadro abaixo em qual posição no mundo nos encontramos atualmente no critério taxa de juros:

Taxas Nominais
Colocação País Colocação País
Venezuela (17,15%) 36º Estados Unidos (0,25%)
Brasil (10,25%) 37º Suécia (0,25%)
Argentina (9,65%) 38º Suíça (0,25%)
Rússia (7,75%) 39º Japão (0,1%)
África do Sul (6,50%) 40º Cingapura (0,06%)
Fonte: Consultoria Uptrend 

Diante disso tudo podemos reforçar que o planejamento financeiro é o melhor caminho para evitar as dívidas, os divórcios que cada vez mais são mais freqüentes devido a problemas financeiros e os transtornos compulsivos que podem acarretar numa corrida aos bancos para a utilização dos créditos antecipados e por pagamentos de juros legalmente extorsivos provenientes da utilização do cheque especial, cartões de crédito, financiamentos e empréstimos pessoais, sejam eles feitos automaticamente em sua conta corrente ou descontados em folha, portanto, PLANEJE-SE E TIRE SEU TIME DE CAMPO quando o assunto é pagar altíssimas taxas de juros às instituições financeiras. 

*Rogério Nakata é Planejador Financeiro Pessoal e Familiar, Analista Independente de Necessidades e Soluções Financeiras, Consultor Financeiro e Palestrante de Grandes Organizações.

Atenção

Para divulgar este artigo mencione a autoria da seguinte forma:

Rogério Nakata
Planejador Financeiro Pessoal e Familiar





Serviços de Planejamento Financeiro
Planejamento Financeiro  Pessoal e Familiar
O Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar tem como objetivo auxiliar a criar uma estratégia precisa para acumulação de bens e valores que irão formar o patrimônio de uma pessoa ou de uma família ajudando-as a arquitetar um Projeto de Vida para a conquista de etapas importantes da vida como acumular recursos para a faculdade dos filhos, para a compra de imóveis, 
para a tão sonhada aposentadoria, para iniciar um negócio próprio ou proteger sua família contra eventualidades.

Palestra sobre Educação Financeira
Educação Financeira que ajuda o salário render
Nesta palestra, aprendemos por qual motivo a conta bancária “sorri apenas um dia por mês”; a reconhecer as fases da vida financeira e as suas necessidades mais importantes e a importância de colocar o dinheiro para trabalhar por você e para você; como funcionam os juros compostos; a identificar os gastos imperceptíveis e a controlar melhor o orçamento doméstico fazendo sobrar um pouco mais de dinheiro no final do mês; como se livrar das dívidas e como se preparar para construir uma aposentadoria mais tranqüila em busca de Segurança e Independência Financeira.

domingo, 13 de junho de 2010

A Falta de Planejamento Financeiro pode levar a GERAÇÃO Y para a GERAÇÃO I, de INADIMPLENTES

A Falta de Planejamento Financeiro pode levar a GERAÇÃO Y para a GERAÇÃO I, de INADIMPLENTES

Rogério Nakata 02/06/2010



Antigamente falar de dinheiro era assunto proibido em muitas conversas de família onde os mais velhos diziam que isso era coisa “para gente grande”. Atualmente não falar sobre o assunto planejamento financeiro com os mais jovens pode causar sérios problemas financeiros familiares com aqueles que se quer começaram a trabalhar. Mimos, presentes caros, roupas da moda, equipamentos eletrônicos de ultima geração, dinheiro para baladas acabam sendo uma forma de muitos pais compensarem a falta de atenção e de tempo para cuidar dos filhos. Falar a respeito de dinheiro e de orientação sobre um tipo de educação que ainda não é ensinada nas escolas, mas, que é uma das matérias mais importantes da vida e que deveria ser ensinada desde a infância é a Educação Financeira que infelizmente também não faz parte do currículo da maioria dos pais.

O modelo tradicional de família mudou bastante nos últimos anos e assim muitos pais passam menos tempo em casa e não detém aquelas horas necessárias para a construção de um relacionamento educativo e maduro com os filhos. Com isso, dizer "não" à "geração Y" passou a ser cada vez mais difícil e impor limites aos filhos para o consumo desenfreado transformou-se num outro grande desafio na vida dessas famílias. Para se ter uma idéia a falta de planejamento financeiro e o consumo compulsivo chamado de Oneomania que é considerado pela OMS – Organização Mundial da Saúde uma doença que afeta 5% da população no mundo e somente no Brasil 3%, onde dentre os maiores compulsivos estão as mulheres, os aficionados por informática e os jovens.

Falar sobre dinheiro deveria ser iniciado desde o momento em que a criança já começa a fazer seus primeiros pedidos do tipo “Papai compra isso, mamãe compra aquilo...”, lógico que não é dar uma aula de juros compostos, mas ensinar valores como desde não jogar papel na rua, noções mínimas de economia doméstica e sustentabilidade fazem parte da Educação Financeira desta que se tornará um jovem mais consciente e mais preparado para lidar com os desafios de sua vida financeira.

Segundo pesquisas recentes o número de devedores com até 20 anos dobrou em apenas um ano onde 16% dos jovens entre 14 e 17 anos já possuem cartão de crédito e entre os de 17 e 21 anos essa proporção salta para 49%. O uso de celular por mais jovens também vem aumentando astronomicamente e a pergunta que fica no ar é a seguinte: Será que uma criança de 6 anos precisa desse tipo de comunicação móvel com essa idade? Muitos pais acham que sim e com o mau exemplo por também estarem endividados acabam repassando essa triste herança a seus filhos.

Uma recomendação aos pais e aos jovens é definir prioridades em família e construir um projeto juntos apresentando a eles as possibilidades e impossibilidades em função da renda familiar. Ensinar-lhes valores como cuidar e zelar por aquilo que se ganha talvez seja mais importantes do que dar-lhes de presente um novo aparelho celular. Não é porque todos têm que talvez você precise ter, mas, muitos jovens não se contentam e acabam com a síndrome do Status Pelatus que é nada mais que “Comprar coisas que ela não precisa com o dinheiro que não tem para impressionar as pessoas que ela não gosta”, portanto todo cuidado é pouco, pois ela pode estar adquirindo um padrão de vida que não caiba no bolso dela ou de sua família e no caso se essa aventura for feita no cartão de crédito isso pode sair bem caro como algo em torno de 10,7% a.m. ou 240% a.a. Isso significa que, se esse compromisso não for honrado na integra essa dívida pode dobrar em apenas 7 meses, portanto com o crédito fácil e farto essa possibilidade de inadimplência não pode ser desprezada.

Diante disso, as instituições financeiras tentam orientar seus clientes a utilizarem o crédito de forma consciente, mas na prática basta esquecer a identidade em um banco que a mesma é devolvida com uma conta aberta e um cartão de crédito novinho e pronto para ser desbloqueado e utilizado.

Por isso fazer um planejamento financeiro adequado através de um profissional independente pode auxiliar as famílias a ensinar os mais jovens a cuidar melhor do dinheiro e dar o exemplo também é fundamental para que não comecem a sua vida financeira com a cultura de que só fazendo dívida é que uma pessoa cresce sendo que com essa atitude podem em pouco tempo se sentirem como um carro atolado na lama onde quanto mais se acelera mais se afunda, pois muitos por falta de orientação em sua adolescência acabam gastando exatamente aquilo que não têm.

Pais e mães pensem sobre isso e ajam acerca disso!

“Mais importante que deixarmos um mundo melhor para nossos filhos e deixarmos filhos melhores para nosso mundo”


*Rogério Nakata é Planejador Financeiro Pessoal e Familiar, Analista Independente de Necessidades e Soluções Financeiras, Consultor Financeiro e Palestrante de Grandes Organizações.




Atenção

Para divulgar este artigo mencione a autoria da seguinte forma:

Rogério Nakata
Planejador Financeiro Pessoal e Familiar





Serviços de Planejamento Financeiro
Planejamento Financeiro  Pessoal e Familiar
O Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar tem como objetivo auxiliar a criar uma estratégia precisa para acumulação de bens e valores que irão formar o patrimônio de uma pessoa ou de uma família ajudando-as a arquitetar um Projeto de Vida para a conquista de etapas importantes da vida como acumular recursos para a faculdade dos filhos, para a compra de imóveis, 
para a tão sonhada aposentadoria, para iniciar um negócio próprio ou proteger sua família contra eventualidades.

Palestra sobre Educação Financeira
Educação Financeira que ajuda o salário render
Nesta palestra, aprendemos por qual motivo a conta bancária “sorri apenas um dia por mês”; a reconhecer as fases da vida financeira e as suas necessidades mais importantes e a importância de colocar o dinheiro para trabalhar por você e para você; como funcionam os juros compostos; a identificar os gastos imperceptíveis e a controlar melhor o orçamento doméstico fazendo sobrar um pouco mais de dinheiro no final do mês; como se livrar das dívidas e como se preparar para construir uma aposentadoria mais tranqüila em busca de Segurança e Independência Financeira.

Planejamento Financeiro Pessoal: Vale a Pena? E quando eu devo pensar nisso?

Planejamento Financeiro Pessoal: Vale a Pena? E quando eu devo pensar nisso?
Rogério Nakata 15/05/2010

Atualmente vivemos num mundo onde sobra muito pouco tempo para cuidar do dinheiro que ganhamos sem contar na organização de nossas Finanças Pessoais.



Lidar com o dinheiro está cada dia mais complicado e planejar-se financeiramente é fundamental para uma boa Qualidade de Vida, pois sabemos que dinheiro não cai do céu e nem dá em arvores, mas é preciso plantar hoje para colhermos bons frutos no futuro.

Alguma vez você já se deu conta de quanto dinheiro passou pelas suas mãos?

Por exemplo, uma pessoa que recebe R$3.000,00 mensais em 10 anos passou em suas mãos algo em torno de R$360.000,00, em 20 anos R$720.000,00 e em 35 anos R$1.260.000 reais. A questão não é especificamente quanto dinheiro passou pelas suas mãos e sim quanto você foi capaz de reter daquilo que ganhou, portanto, mais importante que aquilo que se ganha é aquilo que se gasta e para isso que existe o Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar.

O Planejamento Financeiro ajuda as famílias a seguirem uma estratégia para acumulação de bens e valores que formarão seu patrimônio e com a Educação Financeira que está inserida dentro desse planejamento poderá contribuir para que possam tomar decisões importantes na hora de comprar uma casa, na hora de escolher um plano de investimentos para a aposentadoria, a faculdade dos filhos ou o iniciar um negócio próprio, pois as pessoas que tem conhecimento sobre o assunto podem contribuir muito mais com a economia do país do que aquelas que não têm nenhum conhecimento sobre questões financeiras lembrando sempre que nós seres humanos trabalhamos 70% de nossas vidas correndo atrás de dinheiro e pela preguiça ou pela falta de ajuda profissional pode-se acabar ficando sem ele justamente quando mais precisamos, ou seja, no futuro.

Diante de todos os fatos e acontecimentos na economia mundial muitos ainda se perguntam: Qual o melhor momento para pensar em Planejamento Financeiro?

A resposta seria IMEDIATAMENTE, pois, é nessa fase em que você está em plena atividade de trabalho é que o Planejamento Financeiro se torna essencial para proteger o presente e garantir o futuro e isso começa com decisões simples como à de escolher um Seguro de Vida adequado para proteção daquelas pessoas que tanto amamos até a preparação para uma aposentadoria que lhe garanta um futuro mais tranquilo.

Com o aumento da expectativa de vida planejar-se financeiramente deixou de ser uma opção e sim uma necessidade cada vez mais importante nos dias de hoje, pois de cada 10 aposentados somente 1 consegue ter a sua Independência Financeira e para isso será que você está preparado para a sua festa de 90, 100 anos de idade? Isso tudo porque segundo um dos mais celebre presidentes norte-americanos John F. Kennedy “a melhor hora para consertar o telhado é quando o sol está brilhando” então não deixe para depois aquilo que deveria ter sido iniciado ontem.

Conhecer aspectos importantes sobre os diversos produtos financeiros que existem no mercado pode ajudá-lo a montar seu Plano de Investimento e com isso criar uma estratégia para seus Projetos de Vida fazendo dos Investimentos Frequentes Diretos uma linha do Orçamento Doméstico e não uma sobra, pois, quando tratamos objetivos tão importantes como sobra, não damos a prioridade devida aos nossos sonhos e objetivos que precisam de atenção, carinho e de dinheiro para que possam ser realizados.

Livrar-se das dívidas é outro sonho que muitos querem conquistar, mas que por falta de um bom acompanhamento e orientação adequada transformam as mesmas em uma gigantesca bola de neve originada muitas vezes pelo crédito fácil, pelo consumo desenfreado e pela falta de planejamento financeiro que acaba comprometendo significativamente a renda das famílias que deixam de lado seus projetos e se dedicam somente a um único e triste objetivo: “pagar as contas”. Com isso muitos sonhos são engavetados e deixados para “talvez um dia”, em virtude da falta de um Orçamento Doméstico alinhado a um Projeto de Vida Financeiro, pois, como dizia o filósofo John L. Beckley: “As pessoas não planejam fracassar, mas fracassam por não planejar” e, portanto podemos concluir que a nossa tranqüilidade financeira não depende da sorte e sim de um bom Planejamento Financeiro.

Mas apesar de tudo isso, vale à pena planejar-se?

A resposta para isso pode ser dada fazendo-se outra pergunta: Quem tem mais chances de prosperar financeiramente? Aquelas pessoas que tem um Planejamento Financeiro alinhado com seu Plano de Vida ou aquelas que nunca se deram a chance de pensar a respeito? Tudo isso porque quando não temos um Plano de Vida definido acaba-se por muitas vezes chegando a um lugar onde não gostaríamos de estar e quando não se sabe aonde chegar qualquer lugar serve e talvez esse lugar não seja exatamente onde você e sua família gostariam de estar.

“Mais importante do que aquilo que você obtém quando atinge um objetivo, é aquilo em que você se torna”

*Rogério Nakata é Planejador Financeiro Pessoal e Familiar, Analista Independente de Necessidades e Soluções Financeiras, Consultor Financeiro e Palestrante de Grandes Organizações.


Atenção

Para divulgar este artigo mencione a autoria da seguinte forma:

Rogério Nakata
Planejador Financeiro Pessoal e Familiar





Serviços de Planejamento Financeiro
Planejamento Financeiro  Pessoal e Familiar
O Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar tem como objetivo auxiliar a criar uma estratégia precisa para acumulação de bens e valores que irão formar o patrimônio de uma pessoa ou de uma família ajudando-as a arquitetar um Projeto de Vida para a conquista de etapas importantes da vida como acumular recursos para a faculdade dos filhos, para a compra de imóveis, 
para a tão sonhada aposentadoria, para iniciar um negócio próprio ou proteger sua família contra eventualidades.

Palestra sobre Educação Financeira
Educação Financeira que ajuda o salário render
Nesta palestra, aprendemos por qual motivo a conta bancária “sorri apenas um dia por mês”; a reconhecer as fases da vida financeira e as suas necessidades mais importantes e a importância de colocar o dinheiro para trabalhar por você e para você; como funcionam os juros compostos; a identificar os gastos imperceptíveis e a controlar melhor o orçamento doméstico fazendo sobrar um pouco mais de dinheiro no final do mês; como se livrar das dívidas e como se preparar para construir uma aposentadoria mais tranqüila em busca de Segurança e Independência Financeira.